29/11/2019

A importância da postura profissional é tema de palestra promovida pelo Sindicont

Dois terços das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas, de acordo com um estudo da universidade de Harvard. As habilidades técnicas e desempenho acabam ficando em segundo plano. Isso demonstra que as pessoas que tem uma boa habilidade para criar relacionamentos e etiqueta no convívio acabam tendo mais chances de sucesso.

O tema foi abordado nesta semana na palestra gratuita “Comportamento e postura profissional” promovida pelo Sindicato dos Contabilistas de Chapecó, por meio do Núcleo de Estudos Contábeis Chapecó (NECC).

Postura profissional é o conjunto de características pessoais e atitudes no ambiente de trabalho. Envolve conduta ética, hábitos, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes. Além de abordar os aspectos técnicos, o palestrante Luiz Henrique Maisonnett explanou sobre características humanas. “As profissões estão mudando e os profissionais precisam se enxergar não só como técnicos, mas também como pessoas, avaliando quais são as características do profissional do futuro e como terá que se comportar no mercado de trabalho”, frisou Maisonnett.

A implementação das novas tecnologias promoverá profundas mudanças no mercado de trabalho. Pesquisas mostram que 65% das crianças de hoje executarão empregos que não existem atualmente e 30% dos empregos atuais não existiam dez anos atrás. Estudos da universidade de Oxford afirmam que nos próximos 30 anos 60% dos empregos que existem atualmente irão desaparecer. “O que manterá o profissional no mercado de trabalho não são características que chamamos de hard skills, ou seja, capacidades técnicas, mas sim habilidades muito mais ligadas à emoção, à empatia, a como resolver problemas complexos e a inteligência emocional”, enfatizou o palestrante.

No mercado brasileiro, principalmente nas grandes metrópoles, essa postura já mudou, sendo que os profissionais precisam atender requisitos melhores para poder ingressar e permanecer no mercado de trabalho. “Chapecó resguarda muito ainda uma característica de cidade pequena, de empresas familiares. Talvez seja uma oportunidade de mudar a postura não só dos profissionais, mas também das empresas reverem algumas questões como missão e visão e se reestruturarem para se encaixar nesse mercado que podemos não saber ao certo para onde vai, mas sabemos que está mudando”, orientou Maisonnett acrescentando que se as organizações não se atualizarem, o risco de acabarem fechando é grande.
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